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Chacina noturna: ataque russo com drones e mísseis deixa 10 mortos e 100 feridos na Ucrânia

Chacina noturna: ataque russo com drones e mísseis deixa 10 mortos e 100 feridos na Ucrânia

Kiev e Dnipro foram alvos de bombardeios sistemáticos; entre as vítimas há crianças, revela prefeito

Redação
Redação

2 de junho de 2026 ·

Você acordou hoje e, enquanto tomava seu café, do outro lado do mundo, famílias inteiras foram arrancadas do sono por explosões. Na madrugada desta terça-feira (2), a Rússia lançou uma ofensiva aérea brutal contra a Ucrânia. O saldo? Pelo menos 10 mortos e quase 100 feridos. Cidades como Kiev e Dnipro viraram cenário de guerra mais uma vez.

O que aconteceu durante a madrugada?

Drones e mísseis russos atingiram alvos em cheio. Em Kiev, a capital, o prefeito Vitali Klitschko confirmou: quatro pessoas morreram e 58 ficaram feridas. O mais trágico? Entre os feridos, há crianças. Imagens da região mostram explosões gigantescas e colunas de fumaça densa subindo sobre prédios residenciais.

Mas por que agora? Nos últimos dias, Moscou já havia avisado que iria retaliar. A justificativa do Kremlin: um suposto ataque de drone ucraniano contra um dormitório em Luhansk, que teria matado 21 pessoas. Kiev nega envolvimento. Mesmo assim, a promessa de "ataques sistemáticos" se concretizou de forma brutal.

A guerra que nunca para de escalar

Há mais de quatro anos, esse conflito sangra a região. Enquanto a Rússia mira infraestrutura energética e logística, a Ucrânia intensificou investidas contra refinarias russas. Ambos os lados juram que não atacam civis deliberadamente. Mas os números desta terça-feira gritam o contrário: 100 feridos em uma única noite.

Para você ter uma ideia do tamanho da tragédia, é como se um bairro inteiro de uma cidade pequena fosse bombardeado enquanto todos dormiam. O medo e a destruição não escolhem endereço.

O que vem por aí?

Com a promessa de novos ataques sistemáticos, a população ucraniana vive sob alerta constante. A comunidade internacional acompanha de perto, mas, no terreno, o que resta são famílias enlutadas e cidades em chamas. O impacto disso vai muito além das fronteiras: cada explosão ecoa no preço dos alimentos, na energia e na segurança global.

Enquanto você lê este texto, sirenes podem estar soando em Kiev novamente. E a pergunta que fica é: até quando?

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