R$ 11 bilhões contra facções: o plano secreto do governo que vai mudar tudo
Lula anuncia programa inédito para sufocar financeiramente o crime organizado; entenda como você será afetado
Você já imaginou o que aconteceria se o governo resolvesse, de uma vez por todas, cortar a torneira de dinheiro das facções criminosas? Pois é exatamente isso que está prestes a acontecer. E o valor é de tirar o fôlego: R$ 11 bilhões.
Nesta terça-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança o programa Brasil Contra o Crime Organizado. Mas não se engane: não é mais um pacote qualquer. A estratégia, construída a portas fechadas com governadores e especialistas, promete atacar onde realmente dói: o bolso dos criminosos.
De onde vai sair essa fortuna?
O plano é ambicioso e o dinheiro tem origem clara. Do orçamento federal, serão destinados R$ 1 bilhão. Mas a maior parte, impressionantes R$ 10 bilhões, virá do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
O anúncio oficial acontece às 10h no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença de Lula e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva. E não é coincidência: a medida vem dias depois da reunião entre Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, onde o combate ao crime organizado foi o centro das discussões.
Seis frentes de batalha contra o crime
O programa não é um tiro no escuro. Ele está estruturado em seis eixos que miram desde a lavagem de dinheiro até a atuação nas fronteiras. A ideia é sufocar as facções por todos os lados: financeiro, operacional e social.
Mas tem um detalhe crucial: para ter acesso aos recursos do BNDES, os estados precisam aderir oficialmente às medidas propostas pelo governo federal. Ou seja, quem não entrar no barco, fica de fora da verba.
O que Lula prometeu a Trump (e a você)
Após o encontro na Casa Branca, Lula foi direto ao ponto: Brasil e EUA vão ampliar a cooperação contra o tráfico de drogas e armas. E mais: o presidente revelou a criação de uma base em Manaus com representantes de polícias de países da América do Sul para atuar nas regiões de fronteira.
“Os Estados Unidos poderão participar se tiverem interesse”, disse Lula. Ficou acertado, ainda, a formação de um grupo de trabalho entre países interessados em ampliar a cooperação internacional. O recado é claro: a guerra contra o crime organizado agora tem escala global.
O foco principal, segundo o chefe do executivo, é atingir o poder financeiro das facções. Afinal, sem dinheiro, até o maior dos impérios criminosos desmorona. A pergunta que fica é: será que, desta vez, o plano vai funcionar?
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