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Avenida Paulista tem sete tendas médicas para atender foliões no réveillon

Avenida Paulista tem sete tendas médicas para atender foliões no réveillon

Estrutura conta com duas UTIs móveis, duas enfermeiras e um médico plantonista em cada unidade para emergências.

Redação
Redação

1 de janeiro de 2026 ·
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A Avenida Paulista, palco da festa de réveillon em São Paulo que reuniu cerca de 2 milhões de pessoas, contou com uma estrutura de sete tendas médicas para atendimento de emergências durante a celebração. Cada uma das unidades estava equipada com duas UTIs móveis, duas enfermeiras e um médico plantonista.

O protocolo de atendimento foi acionado para uma mulher que sofreu uma crise de ansiedade próximo à área reservada para pessoas neurodivergentes, em frente ao palco principal. Os socorristas a levaram para a área reservada, colocaram-na em uma cadeira de rodas e a encaminharam para uma das tendas.

Procedimento padrão para emergências

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Segundo a bombeira militar Jéssica Torres, o procedimento padrão nesses casos é realizar o primeiro atendimento na tenda médica. “Em situações mais graves, o paciente é encaminhado para o hospital mais próximo”, explicou Torres.

A estrutura montada pela prefeitura visava dar conta do grande fluxo de pessoas na principal via da cidade durante a virada do ano. A concentração de público em eventos de grande porte como este exige planejamento logístico e de saúde pública para responder rapidamente a incidentes.

Contexto de grandes aglomerações

Eventos de réveillon em grandes metrópoles como São Paulo historicamente demandam esquemas especiais de segurança e saúde. A Avenida Paulista, por ser um ponto tradicional de celebração, recebe anualmente um aparato que inclui policiamento, barreiras de contenção e postos de atendimento médico.

A criação de áreas específicas, como a reservada para pessoas neurodivergentes, é uma prática recente que busca tornar os grandes eventos mais inclusivos e seguros para todos os públicos.

Próximos passos e monitoramento

Com o fim da festa, a estrutura montada na avenida começou a ser desmobilizada na madrugada desta quarta-feira (1º). A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo deve divulgar um balanço oficial do número total de atendimentos realizados durante o evento.

O modelo de atendimento com tendas médicas e UTIs móveis é considerado eficaz para eventos de massa e serve de referência para o planejamento de outras grandes concentrações públicas na cidade.

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