Sam Altman e Palmer Luckey em reality? Founders Fund lança game show inédito no Vale do Silício

Sam Altman e Palmer Luckey em reality? Founders Fund lança game show inédito no Vale do Silício

Empresa de Peter Thiel aposta em programa de cartas com figurões da tecnologia; saiba como funciona

Você já imaginou ver o CEO da OpenAI, Sam Altman, e o criador do Oculus, Palmer Luckey, disputando uma partida de cartas cheia de suspense? Pois é exatamente isso que está rolando no Vale do Silício — e o mais chocante: isso não é um episódio de Black Mirror.

O jogo que expõe o lado humano dos bilionários

A Founders Fund, a gigante do venture capital co-fundada por Peter Thiel, decidiu entrar de cabeça no mundo do entretenimento. A ideia? Um game show chamado “MAFIA the GAME”, onde as maiores mentes da tecnologia se enfrentam em um jogo de cartas cheio de intriga e estratégia.

O programa é apresentado por Mike Solana, editor do Pirate Wires e CMO da Founders Fund. E, no episódio de estreia, o elenco é de tirar o fôlego: além de Altman e Luckey, estão na mesa Bryan Johnson — o biohacker que jura que vai viver para sempre — e Moxie Marlinspike, o criador do Signal, o app de mensagens criptografadas.

“Estou tão farto de conteúdo de VC”, disparou Solana ao site Newcomer, que revelou a existência do programa. “Tem que haver uma maneira mais interessante de conhecer alguém, e acho que esta é uma forma muito mais interessante.”

Por que os magnatas da tecnologia estão virando estrelas de reality show?

A resposta é simples: a atenção virou a moeda mais valiosa do planeta. Com o americano médio gastando cerca de 2,5 horas por dia nas redes sociais, a estrada para o poder e a influência é pavimentada com infotenimento.

Empresas e executivos estão correndo para abraçar essa nova realidade. A OpenAI, por exemplo, recentemente surpreendeu ao adquirir o podcast TBPN. Já Bryan Johnson construiu um exército de seguidores com sua presença online bizarra e hiperativa. Elon Musk? Dispensa comentários — embora sua persona pública às vezes tenha prejudicado mais do que ajudado seus negócios.

Até no mundo das startups a tendência pegou. Gente como Chungin “Roy” Lee, CEO da Cluely, provou que ser uma máquina de viralização individual pode ser o maior trunfo de marketing.

O que esperar desse novo formato?

Ainda não se sabe se o “MAFIA the GAME” vai virar um fenômeno global ou apenas mais uma curiosidade do Vale do Silício. Mas uma coisa é certa: a linha entre tecnologia, política e entretenimento nunca foi tão tênue.

O programa pode ser o começo de uma nova era, onde os líderes da inovação precisam ser tão bons em jogar cartas quanto em construir unicórnios. E, para nós, meros mortais, fica o convite para espiar por trás da cortina e ver o que esses gênios fazem quando as câmeras estão ligadas — e os negócios, desligados.

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há 5 minutos

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