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Sete praias de Pernambuco são consideradas impróprias para banho, aponta CPRH

Sete praias de Pernambuco são consideradas impróprias para banho, aponta CPRH

Relatório da agência ambiental estadual aponta contaminação por enterococos em balneários de quatro municípios.

Redação
Redação

20 de dezembro de 2025 ·
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A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) divulgou, na última sexta-feira (19), um relatório que aponta sete praias do litoral de Pernambuco como impróprias para banho. O levantamento, que monitora a qualidade da água, foi realizado em diversos pontos do estado.

As praias consideradas inapropriadas estão localizadas nos municípios de Itamaracá, Paulista, Olinda e Recife. Segundo a CPRH, a classificação é aplicada quando o local não atende ao critério para águas próprias ou apresenta concentração superior a 400 enterococos por 100 mililitros na última amostragem coletada.

Praias afetadas pela contaminação

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Conforme o relatório oficial, as sete praias impróprias para banho são: Praia de Jaguaribe e Praia de Pila, ambas em Itamaracá; Praia do Janga, em Paulista; Praia de Rio Doce, Praia do Carmo e Praia dos Milagres, em Olinda; e a Praia do Pina, no Recife.

A CPRH é o órgão responsável pelo monitoramento sistemático da balneabilidade no estado. Os enterococos, bactérias utilizadas como indicadores de contaminação fecal, sugerem a presença de esgoto não tratado nas águas, o que representa riscos à saúde dos banhistas, como infecções gastrointestinais, de pele e ouvido.

Contexto e praias consideradas próprias

Em contrapartida, o mesmo boletim da agência ambiental informa que 20 praias monitoradas no estado foram consideradas aptas para os banhistas. A lista completa das praias próprias para banho está disponível no site oficial da CPRH.

O monitoramento da balneabilidade é uma prática regular no estado, especialmente durante o verão e períodos de alta temporada, para orientar a população e turistas. A poluição das praias pernambucanas é um problema histórico, frequentemente associado a deficiências no sistema de esgotamento sanitário e à ocupação irregular do solo no entorno dos cursos d'água que deságuam no mar.

Recomendações e próximos passos

Diante do resultado, a recomendação das autoridades é que os banhistas evitem o contato com a água nas praias listadas como impróprias. A CPRH deve divulgar um novo boletim com atualizações sobre a qualidade da água, conforme seu calendário regular de monitoramento.

O problema reitera a necessidade de investimentos em saneamento básico na região metropolitana do Recife. A situação das praias é monitorada constantemente, e qualquer mudança na condição será comunicada por meio dos canais oficiais da agência ambiental.

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