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Você já imaginou estar grávida, trabalhar duro e, de repente, ser brutalmente agredida pela sua própria patroa? Pois foi exatamente isso que aconteceu com uma empregada doméstica de seis meses de gestação em Paço Lumiar, no Maranhão.

O caso, que chocou a região metropolitana de São Luís, ganhou novos contornos nesta quinta-feira (7) com a prisão da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos. Ela foi capturada em Teresina, no Piauí, quando tentava fugir após o ataque violento.

A agressão que começou com uma acusação

Tudo começou quando a patroa acusou a empregada de roubar uma joia. A partir daí, a situação escalou para uma agressão física brutal. A vítima, que está grávida de seis meses, foi espancada pela empresária, que não poupou nem a barriga da funcionária.

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Mas o pior ainda estava por vir. A investigação revelou que um policial militar, que deveria proteger a população, pode ter sido cúmplice do crime. Ele é suspeito de liberar os envolvidos mesmo após perceber os hematomas na vítima.

O que a Justiça diz sobre o caso

A Justiça do Maranhão decretou a prisão preventiva de Carolina, destacando a gravidade extrema do caso. Em nota, o tribunal mencionou violência física, suposto uso de arma de fogo, agressões, violência psicológica e ameaças de morte.

As investigações seguem em andamento, e a SSP já confirmou que busca identificar todos os envolvidos. Um outro homem também é investigado por ter ido até a casa de Carolina e ameaçado a empregada com uma arma de fogo.

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Agora, a pergunta que fica é: como uma gestante pode ser tratada com tamanha crueldade? E o que será feito para garantir que esse tipo de violência não se repita? O caso serve como um alerta para a sociedade sobre a necessidade de proteger os direitos das trabalhadoras domésticas.