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Você já imaginou ter uma ferramenta de IA que não só entende o que você pede, mas questiona suas ideias e entrega resultados que parecem ter sido escritos por um humano de verdade? Foi exatamente isso que Alex Cohen, CEO da Xander Marketing, descobriu ao experimentar o Claude.

E o mais surpreendente: ele não abandonou o ChatGPT. Pelo contrário, criou uma estratégia que aproveita o melhor de cada um. Quer saber como?

O momento em que tudo mudou

Cohen começou a usar o ChatGPT em dezembro de 2022. Cerca de dez meses depois, por pura curiosidade, testou o Claude. A diferença foi imediata. "Claude sempre foi um escritor melhor", afirma. Em uma agência de marketing que produz toneladas de conteúdo para marcas, isso fez toda a diferença.

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Com o mesmo prompt e contexto, o Claude entregava algo muito mais próximo do que ele imaginava na primeira tentativa. Foi aí que a chave virou: hoje, 80% a 90% do uso de IA na empresa é no Claude. O ChatGPT e o Gemini ficam com apenas 5% cada.

A arma secreta: o "co-CEO" no Claude

O que realmente transformou o negócio de Cohen foi a capacidade do Claude de capturar a voz da marca dos clientes e incorporá-la ao conteúdo — algo que o ChatGPT não fazia com a mesma precisão. Mas ele não parou por aí.

Usando a ferramenta "projects" do Claude, Cohen construiu um verdadeiro "co-CEO" virtual, um assistente estratégico que funciona como uma caixa de ressonância para suas ideias. "Claude parece mais uma conversa com um humano, em vez de apenas me dizer o que eu quero ouvir", explica.

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E tem mais: ele criou uma "habilidade de escrita humana" no Claude, que remove automaticamente frases clichês de IA. Resultado? Menos idas e vindas, menos tokens queimados e mais produtividade.

Onde o ChatGPT ainda ganha (e por que Cohen mantém a assinatura)

Você deve estar se perguntando: por que ele ainda paga pelo ChatGPT? A resposta é simples: geração de imagens. O Claude não cria fotos ou ilustrações, e para isso, o ChatGPT segue sendo indispensável.

Além disso, Cohen usa o ChatGPT como backup quando o Claude enfrenta quedas — algo que, segundo ele, acontece com frequência. "É frustrante, mas também me faz perceber o quanto dependo do Claude quando ele sai do ar", admite.

Outro ponto forte do ChatGPT: a velocidade. "ChatGPT parece me dar respostas mais rápido que o Claude", compara Cohen.

O futuro da disputa: quem vai vencer a guerra das empresas?

Para Cohen, a grande batalha das IAs será no espaço corporativo. E, nesse quesito, ele não tem dúvidas: "Claude é o vencedor neste estágio". As atualizações constantes nos projects e skills do Claude fazem o ChatGPT parecer estar "correndo atrás".

Mas ele não coloca todos os ovos na mesma cesta. A empresa já pensa em como estruturar arquivos e fluxos de trabalho para que possam ser migrados entre plataformas, caso algo melhor surja.

E você? Já parou para pensar qual IA realmente entende o seu negócio? Talvez seja hora de testar as duas — e descobrir qual delas desafia suas ideias em vez de apenas concordar com você.