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Você já imaginou robôs construindo data centers inteiros sozinhos? Essa não é mais cena de filme de ficção científica. A SoftBank, gigante japonesa dos investimentos em tecnologia, está criando uma nova empresa que promete automatizar a construção da infraestrutura digital que move o mundo.

E o mais impressionante: a companhia já está de olho em uma estreia na bolsa de valores que pode chegar a US$ 100 bilhões. Sim, você leu certo: cem bilhões de dólares. Mas como eles pretendem fazer isso?

Roze AI: a construtora do futuro

De acordo com informações do Financial Times e do Wall Street Journal, a nova empresa se chama Roze AI. O objetivo é simples e ambicioso: tornar a construção de data centers nos Estados Unidos muito mais “eficiente”. A grande sacada? Usar robôs autônomos para erguer essas gigantescas fazendas de servidores.

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Imagine só: enquanto hoje uma obra desse porte leva meses e enfrenta uma infinidade de problemas logísticos, a Roze AI quer robotizar o processo, cortando custos e acelerando prazos. É a automação levada ao extremo no setor industrial.

IPO bilionário no radar

O plano não para por aí. Fontes internas revelaram que a SoftBank já está preparando a Roze AI para um IPO (Oferta Pública Inicial). Alguns executivos querem que a estreia na bolsa aconteça até o segundo semestre de 2026. E a valuation desejada? Nada menos que US$ 100 bilhões.

Para efeito de comparação, esse valor colocaria a Roze AI entre as maiores empresas de tecnologia do planeta antes mesmo de começar a operar em grande escala. É uma aposta ousada, mas a SoftBank não é conhecida por ser tímida.

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O histórico de apostas da SoftBank

A empresa japonesa tem um histórico de investir em startups que muitos consideram “azarões”. Um exemplo clássico foi o investimento de centenas de milhões de dólares na Zume, uma startup de entrega de pizzas com inteligência artificial que faliu em 2023. Nem toda aposta dá certo.

Por isso, o Financial Times destaca que há ceticismo interno dentro da SoftBank sobre a valuation e o prazo proposto para o IPO. Afinal, construir data centers com robôs é uma ideia brilhante, mas transformá-la em um negócio de US$ 100 bilhões em menos de dois anos é um desafio e tanto.

O que isso significa para você?

Se der certo, a Roze AI pode acelerar drasticamente a construção da infraestrutura que sustenta serviços como streaming, nuvem e inteligência artificial. Data centers mais rápidos significam tecnologia mais barata e acessível para todos nós.

O movimento da SoftBank também reforça uma tendência clara: a automação industrial está avançando em um ritmo alucinante. Jeff Bezos, por exemplo, já co-fundou o Project Prometheus, uma startup que planeja modernizar setores industriais usando IA. A corrida pela eficiência total já começou.