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Bolsonaro entra por estacionamento de hospital após STF liberar exames
Política

Bolsonaro entra por estacionamento de hospital após STF liberar exames

Ex-presidente foi levado para tomografia e ressonância após sofrer queda e bater a cabeça na cela da PF.

Redação
Redação

7 de janeiro de 2026 ·
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O ex-presidente Jair Bolsonaro foi encaminhado da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para um hospital particular na manhã desta quarta-feira (7) para realizar exames médicos. A autorização para o deslocamento foi concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após Bolsonaro sofrer uma queda dentro da cela onde está preso, batendo a cabeça.

De acordo com informações oficiais, o ex-presidente teria caído da cama. Para garantir discrição, conforme determinação do ministro, a entrada no hospital foi feita pelos fundos do prédio, utilizando o acesso do estacionamento, evitando as áreas principais de circulação.

Exames autorizados pelo STF

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A autorização judicial prevê a realização de uma bateria de exames para avaliar possíveis lesões. Tomografia computadorizada, ressonância magnética do crânio e um eletroencefalograma foram solicitados para investigar se houve traumatismo craniano leve em decorrência da queda.

“A Polícia Federal foi orientada a contatar previamente o hospital para alinhar os detalhes logísticos”, informou a assessoria do STF. A corporação também ficou responsável por garantir escolta, vigilância e segurança durante todo o período fora da unidade policial.

Logística e retorno à PF

Após a conclusão dos exames, Bolsonaro deverá retornar imediatamente à Superintendência da Polícia Federal. Não há previsão de internação hospitalar, conforme estabelecido no despacho do ministro Alexandre de Moraes.

O ex-presidente está detido na PF desde o último domingo (4), cumprindo mandado de prisão preventiva decretado pelo STF no âmbito das investigações sobre suposta tentativa de golpe de Estado.

A queda ocorrida na cela reforçou os protocolos de monitoramento da saúde do custodiado. A Defesa de Bolsonaro havia solicitado a realização dos exames como medida de precaução, pedido que foi acatado pelo ministro relator do caso.

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