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Barron Trump, filho mais novo do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, salvou a vida de uma amiga ao acionar a polícia americana enquanto ela era agredida pelo ex-namorado no Reino Unido. O caso foi relatado pela vítima ao tribunal britânico e divulgado pelo portal New York Post. A intervenção ocorreu durante uma ligação telefônica em que o jovem de 19 anos ouviu os gritos e a agressão.

A mulher, que não teve a identidade revelada, ligou para Barron Trump no meio de uma discussão com o ex-companheiro. O agressor, tomado por ciúmes da amizade da vítima com o herdeiro, começou a espancá-la. Barron, que estava nos Estados Unidos, imediatamente discou para o serviço de emergência local para solicitar ajuda para a amiga que estava no exterior.

"Ele salvou minha vida", disse vítima ao júri

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Durante o julgamento, a mulher afirmou ao júri que a ação de Barron Trump foi decisiva. "Ele salvou minha vida", declarou, descrevendo a ligação do jovem como "um sinal de Deus". De acordo com o relato, a chamada entre a vítima e Barron durou entre 10 e 15 segundos antes de ser interrompida pela violência.

Barron Trump explicou sua decisão de acionar as autoridades. "Liguei para a polícia porque era a melhor coisa que eu podia fazer", disse, conforme publicado pelo New York Post. O jovem acrescentou que optou por não retornar a ligação para ameaçar o agressor, pois isso poderia piorar ainda mais a situação.

Quem é Barron Trump

Barron William Trump, de 19 anos, é o caçula dos cinco filhos de Donald Trump e o único fruto do matrimônio com a ex-primeira-dama Melania Trump. Recentemente, ele participou da campanha presidencial do pai, atuando como um elo importante com os eleitores mais jovens, segundo avaliação do próprio ex-presidente.

Em 2024, o jovem ingressou no ensino superior, tornando-se aluno da Stern School of Business da Universidade de Nova York. Sua atuação discreta contrasta com o perfil público da família, mas o episódio de heroísmo trouxe seus atos para o centro das atenções.

O caso segue em tramitação na Justiça do Reino Unido, onde a vítima prestou seu depoimento. A polícia local foi acionada a partir da intervenção de Barron Trump nos Estados Unidos, em uma demonstração de cooperação internacional para o socorro à vítima de violência doméstica.