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Fiscalização de escolas de stand-up paddle em Copacabana termina em agressão a subprefeito
Política

Fiscalização de escolas de stand-up paddle em Copacabana termina em agressão a subprefeito

Bernardo Rubião, da Zona Sul, relata ter sido atacado e tentativa de afogamento durante operação de apreensão de equipamentos.

Redação
Redação
15 de janeiro de 2026

Uma operação de fiscalização contra escolas irregulares de stand-up paddle na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, terminou com agressões físicas e uma denúncia de tentativa de afogamento contra o subprefeito da Zona Sul, Bernardo Rubião. A ação ocorreu na madrugada desta quarta-feira (14) no Posto 6 e envolveu agentes da Subprefeitura, da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP), da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SMEL) e da Guarda Municipal.

O objetivo da operação era coibir a operação clandestina de escolas que atuavam sem alvará, situação que, segundo a prefeitura, colocava em risco a segurança dos banhistas. Durante a abordagem, algumas empresas foram notificadas e tiveram equipamentos apreendidos.

Confronto durante apreensão no mar

De acordo com o relato do subprefeito Bernardo Rubião, o confronto ocorreu quando uma das empresas se recusou a colaborar com a apreensão das pranchas. “Eu mergulhei para fazer essa apreensão dos stand-ups e fui agredido por funcionários dessa empresa, que tentaram me afogar para impedir a ação”, afirmou Rubião em um vídeo publicado em suas redes sociais.

O gestor municipal destacou que a fiscalização foi motivada por registros recentes de ocorrências graves envolvendo praticantes que foram levados pelo vento em direção às pedras, evidenciando a falta de preparo técnico das escolas clandestinas.

Operação segue para coibir irregularidades

O caso foi registrado na 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), onde os envolvidos devem responder por agressões contra agente público em exercício de função. Em nota, a Subprefeitura da Zona Sul reafirmou seu compromisso com a segurança dos frequentadores das praias.

“A segurança e a integridade física não são negociáveis”, declarou Rubião, acrescentando que a fiscalização continuará de forma rigorosa. A prefeitura não informou o nome da empresa envolvida no incidente.

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