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Motoristas de ônibus de São Paulo iniciaram uma greve nesta terça-feira (9) devido ao atraso no pagamento do 13º salário. A paralisação foi confirmada pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário e afetou diversas regiões da cidade, impactando a rotina de milhares de paulistanos.

O movimento paredista provocou, às 18h45, um total de 1.353 quilômetros de engarrafamento na capital, segundo dados do sindicato. A entidade confirmou a paralisação ao Portal iG, atribuindo a decisão diretamente à falta de pagamento da gratificação natalina aos trabalhadores.

Impacto imediato no trânsito

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A greve ocorre em um dia útil, ampliando os transtornos no sistema de transporte coletivo da maior cidade do país. A extensão dos congestionamentos, superior a 1.350 km, indica um impacto severo e generalizado na malha viária paulistana.

Milhares de passageiros foram surpreendidos pela interrupção do serviço, tendo que buscar alternativas para seus deslocamentos. O caos no trânsito se estendeu por várias vias e regiões, conforme relatado pelo sindicato da categoria.

Reivindicação central

A principal e única reivindicação apresentada pelos motoristas para o início da paralisação é o atraso no pagamento do 13º salário. A gratificação, prevista em lei, é um direito trabalhista que deve ser pago em duas parcelas ao longo do ano, com a segunda parcela obrigatória até o dia 20 de dezembro.

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário, que representa a categoria, não detalhou quais empresas estariam em débito com o pagamento ou o período exato do atraso que motivou a ação mais drástica.

Próximos passos e negociações

A reportagem do iG indicava que a cobertura do assunto estava em atualização, sugerindo que novos desdobramentos eram esperados. A continuidade da greve e a retomada das negociações entre o sindicato e as empresas empregadoras dependerão do encaminhamento dado à questão do pagamento atrasado.

Enquanto a paralisação persistir, a expectativa é de que os transtornos no trânsito de São Paulo continuem, afetando a mobilidade urbana e a economia da cidade.