Bebê de 11 meses é atingida por bala perdida durante festa de Réveillon em SP
Criança dormia em carrinho quando foi atingida por projétil que ricocheteou; ela recebeu alta hospitalar e não corre risco.
Uma bebê de 11 meses foi atingida por uma bala perdida durante as comemorações de Ano Novo em Guaianases, zona leste de São Paulo. O incidente ocorreu por volta das 23h50 do dia 31 de dezembro, quando a criança, chamada Esther Vitória, dormia em um carrinho durante uma confraternização familiar. A família estava na casa de um amigo, localizada no terceiro andar de um prédio no conjunto habitacional Inácio Monteiro.
A menina foi levada ao Hospital Cidade Tiradentes, onde passou por exames. O projétil, de calibre .22, não perfurou seu corpo, causando apenas uma queimadura superficial. Após avaliação médica, ela recebeu alta e já está em casa, sem correr riscos. A Polícia Civil investiga a origem do disparo.
Família relata susto e mudança nos planos de festa
Segundo relato da mãe, Jeniffer de Souza Freitas, ao jornal *Estadão*, ninguém percebeu imediatamente o ocorrido. “Foi um choque. Em vez de comemorar, a gente só pensava no pior. Minha filha escapou por muito pouco”, afirmou. A família ouviu um barulho seco e, em seguida, o choro intenso da bebê. A bala foi encontrada dentro do carrinho.
O episódio aconteceu a poucos dias do primeiro aniversário de Esther, que será completado no dia 9 de janeiro, alterando completamente os planos de celebração da família.
Investigação aponta para disparo para o alto
A principal linha de investigação da Polícia Civil é de que a bala foi disparada para o alto e, após ricochetear em algum objeto, atingiu a criança no terceiro andar do prédio. Até o momento, não há informações sobre suspeitos identificados. Casos de balas perdidas são comuns durante festas de fim de ano no Brasil, frequentemente associados a disparos de arma de fogo feitos para o alto como forma de comemoração.
Contexto e próximos passos
O Hospital Cidade Tiradentes, que atende a região, confirmou o atendimento e a liberação da paciente. A Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) é a responsável pelo caso. As investigações seguem para tentar localizar a origem do tiro. A família deve ser ouvida novamente pelos investigadores para detalhar as circunstâncias exatas do ocorrido.
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