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EUA atacam alvos na Venezuela e anunciam captura de Nicolás Maduro

EUA atacam alvos na Venezuela e anunciam captura de Nicolás Maduro

Operação militar estadunidense incluiu bombardeios em Caracas e outros estados, segundo declaração de Donald Trump.

Redação
Redação

3 de janeiro de 2026 ·
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Uma ofensiva militar atribuída aos Estados Unidos atingiu a Venezuela na madrugada desta sexta-feira (3), com explosões registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Pouco depois dos ataques, o ex-presidente americano Donald Trump afirmou em sua rede social Truth Social que as forças dos EUA capturaram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o retiraram do território nacional.

Autoridades dos Estados Unidos justificaram a ação como necessária para desarticular ameaças à segurança regional e aumentar a pressão sobre o governo de Maduro, em meio a uma escalada de tensões diplomáticas e sanções econômicas. A operação incluiu relatos de fortes explosões no litoral e na cidade costeira de Higuerote.

Contexto da Escalada

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A intervenção militar ocorre em um momento de crise política e humanitária prolongada na Venezuela, com o regime de Maduro enfrentando sanções internacionais e acusações de violações de direitos humanos. A relação entre Washington e Caracas tem sido historicamente tensa, agravada nos últimos anos pela disputa sobre a legitimidade do governo venezuelano.

Trump, que liderou uma política de máxima pressão contra Maduro durante seu mandato (2017-2021), assumiu a autoria da ação. "A ação teve autoria estadunidense", escreveu o republicano, sem fornecer mais detalhes sobre as circunstâncias da captura ou o paradeiro atual do líder venezuelano.

Reações e Desdobramentos Imediatos

Até o momento, não há uma confirmação oficial independente sobre a situação de Nicolás Maduro ou uma reação formal do governo venezuelano às declarações de Trump. A reportagem, baseada na informação divulgada, está em fase de atualização para apurar os desdobramentos no terreno e as respostas da comunidade internacional.

A ofensiva representa uma mudança drástica na abordagem dos EUA em relação à Venezuela, saindo de sanções e pressão diplomática para uma ação militar direta. Especialistas em relações internacionais alertam que o movimento pode gerar instabilidade significativa na região e reações imprevisíveis de aliados de Maduro, como Rússia e China.

Próximos Passos e Incertezas

As atenções agora se voltam para a confirmação dos fatos e a estabilidade institucional da Venezuela. A ausência de Maduro do poder, se confirmada, criaria um vácuo de liderança em um país já fragilizado. A comunidade internacional, incluindo organismos como a ONU e a OEA, deve se pronunciar sobre a legalidade e as consequências da intervenção.

A situação permanece fluida, com informações contraditórias e um cenário de alta tensão. A continuidade das operações militares e a formação de um possível governo interino são os principais pontos de observação nas próximas horas.

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