Empresária de 62 anos é sequestrada em casa e extorquida em R$ 26 mil via PIX em Goiás
Vítima foi amarrada e mantida em cárcere privado; família e banco conseguiram bloquear a transferência horas depois.
Uma empresária de 62 anos foi sequestrada dentro da própria residência e obrigada a realizar uma transferência bancária de R$ 26 mil nesta quinta-feira (23), em Caldas Novas, no interior de Goiás. A vítima foi rendida por criminosos, mantida em cárcere privado e liberada somente após o pagamento via PIX.
O valor, no entanto, foi bloqueado poucas horas depois com apoio da família e da instituição financeira, permitindo a restituição integral. A Polícia Civil de Goiás, com apoio da Polícia Militar, prendeu cinco pessoas e investiga se há outros envolvidos.
Crime ocorreu durante a tarde em residência
A mulher foi surpreendida em casa por três suspeitos – dois adultos e um adolescente. Ela foi imobilizada, amarrada e mantida sob vigilância enquanto os criminosos exigiam dinheiro como condição para sua libertação. Durante o período em que ficou em cárcere, a vítima sofreu escoriações leves e abalo psicológico.
Após a transferência ser realizada, a empresária foi liberada. A polícia não divulgou detalhes sobre como ocorreu a soltura.
Dinheiro foi bloqueado e cinco suspeitos presos
O dinheiro extorquido foi transferido para a conta de um dos investigados, identificado como beneficiário direto do PIX. A quantia de R$ 26 mil foi bloqueada após comunicação da família com o banco.
Além dos três autores da abordagem inicial, foram presos o destinatário da transferência e a companheira dele. A ação foi conduzida pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) da Polícia Civil.
Investigações continuam para apurar dinâmica do crime
As investigações seguem para identificar possíveis outros participantes e esclarecer toda a dinâmica do crime. O adolescente apreendido foi encaminhado a uma unidade prisional específica para menores.
A polícia reforça que crimes de sequestro seguido de extorsão via transferência bancária têm sido alvo de operações especiais no estado, com aumento da vigilância em transações financeiras suspeitas.
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