O pedido secreto de Flávio a Trump que pode mudar o combate ao crime no Brasil

O pedido secreto de Flávio a Trump que pode mudar o combate ao crime no Brasil

Senador pediu classificação de PCC e CV como terroristas; encontro com Marco Rubio reforça pressão

Redação
Redação

27 de maio de 2026

Você já imaginou as maiores facções criminosas do Brasil sendo tratadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos? Pois foi exatamente isso que o senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu pessoalmente a Donald Trump. E não parou por aí.

O encontro que ninguém esperava

Na segunda-feira (25), Flávio desembarcou em Washington sem qualquer previsão oficial de reunião com o presidente americano. Mas, em uma articulação nos bastidores — orquestrada pelo irmão Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo —, o encontro aconteceu no Salão Oval da Casa Branca.

No dia seguinte, o senador foi além: sentou-se com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e com o vice-presidente J.D. Vance. Três reuniões de alto nível em menos de 48 horas.

O pedido que pode mudar tudo

Durante o encontro com Trump, Flávio fez um pedido direto: que o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho (CV) sejam classificados como organizações terroristas pelo governo americano. O mesmo tema, segundo o senador, foi tratado com Marco Rubio.

Se aprovada, essa classificação abriria portas para sanções econômicas, bloqueio de ativos e cooperação internacional contra as facções — um golpe jamais visto no combate ao crime organizado no Brasil.

Liberdade de expressão na mira

Já com J.D. Vance, o assunto foi outro: a liberdade de expressão no Brasil. A pauta, que gera debates acalorados no país, agora ganha eco nos corredores do poder americano. Até o fechamento desta reportagem, imagens do encontro com Vance não haviam sido divulgadas.

O que vem por aí?

Nas redes sociais, Flávio publicou que as reuniões serviram para "fortalecer relações internacionais, defender a liberdade, a democracia e os valores que unem milhões de brasileiros e americanos". A comitiva — composta por deputados estaduais do PL e um vereador — também discutiu segurança pública e investimentos estratégicos.

A pergunta que fica: será que os EUA vão atender ao pedido? Se sim, o combate ao crime no Brasil pode entrar em uma nova era — e você, leitor, sentirá os efeitos disso na segurança do seu dia a dia.

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