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Trump convida Brasil e outros países para integrar Conselho da Paz sobre Gaza

Trump convida Brasil e outros países para integrar Conselho da Paz sobre Gaza

Enviado especial dos EUA afirma que ao menos 25 nações já aceitaram participar do órgão internacional proposto pelo presidente americano.

Redação
Redação
21 de janeiro de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está convidando diversos países para integrar um "Conselho da Paz", um órgão internacional proposto com o objetivo de monitorar a Faixa de Gaza e auxiliar na reconstrução da área, devastada após uma série de ataques militares de Israel. A iniciativa busca estreitar laços diplomáticos, mesmo após medidas comerciais contenciosas, como a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros.

Entre os convidados está o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até o momento, não há confirmação oficial sobre a aceitação do convite por parte do governo brasileiro. A lista de países contatados não é definitiva, pois nem todas as nações anunciaram publicamente o convite recebido.

Adesão de pelo menos 25 países

De acordo com declarações do enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, em entrevista à CBS News, ao menos 25 países já aceitaram o convite para participar do conselho. "O número pode ser maior", afirmou Witkoff, indicando que a lista final ainda está em formação.

O conselho é apresentado como uma ferramenta para facilitar a estabilização e a recuperação da Faixa de Gaza, região palestina que enfrenta uma grave crise humanitária e de infraestrutura após meses de intensos conflitos.

Contexto das relações EUA-Brasil

O convite ao Brasil ocorre em um momento particular das relações bilaterais. Recentemente, a administração Trump impôs tarifas sobre uma série de produtos brasileiros, uma medida que tensionou o comércio entre os dois países. A tentativa de engajamento por meio do Conselho da Paz é vista como um movimento diplomático paralelo a essas questões econômicas.

A participação de potências regionais e globais é considerada crucial para a legitimidade e eficácia de qualquer iniciativa de reconstrução e monitoramento em Gaza, um território sob bloqueio israelense e egípcio e administrado pelo grupo Hamas.

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