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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (1º) reajuste médio de 13,94% nas tarifas da Enel, distribuidora que atende 24 municípios paulistas, incluindo a capital. O novo valor entra em vigor na sexta-feira (4) e impactará aproximadamente 8 milhões de residências.

Detalhes do reajuste

O aumento será de 15,77% para consumidores de alta tensão e 13,47% para baixa tensão. A tarifa residencial (B1) passará para R$ 725,18 por megawatt-hora (MWh). Segundo a Aneel, o ajuste reflete custos não gerenciáveis pela concessionária.

Justificativa da concessionária

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Em nota, a Enel afirmou que o reajuste decorre principalmente de encargos setoriais definidos por legislação federal, custos de transmissão e tributos. "Estes fatores têm impacto direto no valor final da fatura, independentemente da atuação da distribuidora", destacou a empresa.

O pacote tarifário inclui ainda aumentos em componentes como:

- Encargos setoriais (Leis e Decretos federais)

- Custos de aquisição de energia

- Tributos estaduais e federais

Impacto regional

A área de concessão da Enel São Paulo abrange regiões metropolitanas que concentram cerca de 40% da população do estado. A última revisão tarifária ocorreu em julho de 2023, com aumento médio de 9,68%.