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Vídeo de Bolsonaro comendo pipoca gera críticas e é apagado por Carlos Bolsonaro
Política

Vídeo de Bolsonaro comendo pipoca gera críticas e é apagado por Carlos Bolsonaro

Postagem no Instagram mostra ex-presidente em ambiente interno com alimento caindo no chão durante refeição.

Redação
Redação
20 de janeiro de 2026

Um vídeo publicado e posteriormente apagado por Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, gerou uma série de críticas nas redes sociais nesta segunda-feira (19). As imagens, compartilhadas no perfil do ex-vereador no Instagram, mostravam Jair Bolsonaro sentado em uma cadeira, assistindo televisão e comendo pipoca, enquanto parte do alimento caía no chão. A publicação foi retirada do ar poucas horas depois de ser postada.

A legenda que acompanhava o vídeo era "Nosso mito 😎 Amado 💚 love". A rápida circulação das imagens fora do perfil original gerou reações que questionaram a estratégia de exposição do ex-presidente, que atualmente enfrenta processos judiciais e está preso no Complexo da Papuda, em Brasília.

Reações negativas e histórico similar

Usuários das redes sociais criticaram a opção de enquadramento do vídeo, que incluía o chão sujo, e apontaram uma falta de cuidado com a imagem pública do ex-presidente. Um dos comentários que circulou questionava: "Pra ver se o pai consegue sair da Papuda, Carlos Bolsonaro postou um vídeo do pai comendo e sujando o chão todo. Ficaram comovidos ou pode deixá-lo por lá mesmo?".

Não é a primeira vez que registros feitos por Carlos Bolsonaro envolvendo hábitos do pai repercutem de forma negativa. Em ocasiões anteriores, vídeos e fotos mostraram o ex-presidente se alimentando sem o uso de talheres, com restos de comida espalhados, o que também motivou críticas.

Conteúdo removido e silêncio

Após a reação dos usuários, o vídeo foi apagado do perfil de Carlos Bolsonaro. Até a publicação desta reportagem, o ex-vereador não havia se manifestado publicamente sobre a retirada do conteúdo nem comentado as críticas recebidas.

A postagem ocorre em um momento de atenção sobre a situação jurídica de Jair Bolsonaro, preso preventivamente desde março de 2024, e levanta discussões sobre a gestão de sua imagem nas redes sociais por parte de familiares e aliados.

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